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8 Dicas para uma reunião de sucesso

A escolha do local é um dos fatores primordiais para o sucesso de uma reunião

A escolha do local é um dos fatores primordiais para o sucesso de uma reunião

A reunião é a oportunidade ideal para apresentar produtos e serviços, propostas, fechar negócios e até mesmo ampliar o networking. Qualquer que seja sua função, uma reunião bem executada pode gerar resultados muito positivos, por isso antes de sair marcando a sua, aconselhamos que você siga essas 8 dicas:

1. Prepare-se:

Toda reunião bem-sucedida depende de um preparo anterior, por isso estude. Ainda que o cliente esteja dando todos os indícios de interesse em seu produto ou serviço e o negócio pareça fechado, é mais que necessário se preparar. Pesquise quem é o seu cliente, descubra o que ele tem feito, como é seu perfil e de acordo com os dados adquiridos será possível montar uma proposta personalizada, que atenda todos os seus critérios e que dificilmente será recusada.

2. Deixe bem claro o objetivo da reunião:

Desde o início estabeleça o objetivo da reunião e a duração da mesma. Dessa forma o tempo será otimizado e nenhum tópico será esquecido. O maior erro de iniciar uma reunião sem estabelecer os objetivos e delimitar o tempo é chegar ao fim e perceber que os assuntos mais importantes não foram discutidos. Outro erro do não planejamento é falar muito em tópicos que não há tanta necessidade, tornando a reunião maçante e tediosa.  

3. Tenha foco no que interessa, negócios:

Durante a reunião é possível que seu cliente fale de assuntos que não têm nenhuma relação com os pontos a serem abordados no encontro. Sua tarefa é não permitir que esse tipo de conversa se estenda. É claro que em alguns momentos, principalmente nos primeiros minutos, falar sobre o tempo, futebol, atualidades possa ser um bom quebra-gelo, mas não permita que isso se torne recorrente. Esteja sempre no controle e traga o cliente para o foco principal, seu produto ou serviço.

4. Anote tudo que é importante:

Claro que você não vai passar a reunião inteira de cabeça baixa anotando todas as palavras que o cliente está dizendo, mas procure assinalar suas declarações mais importantes. Essa é uma forma de mostrar que se importa com o que ele pensa, com o que é relevante para ele.

5. Traga conhecimento:

Procure levar alguma informação relevante para a reunião. Um artigo, dados estatísticos interessantes, notícias atuais, algo que agregue conhecimento e mostre que você sabe com propriedade o assunto que está discutindo. É necessário que seu cliente saia com a sensação de ter aprendido algo, do contrário, a reunião parece não ter rendido e você pode sair como despreparado.

6. Fale, mas também saiba ouvir:

Não fale o tempo todo, mas também não fique calado. Até mesmo em uma reunião cujo o foco é vender é necessário ouvir o que o cliente fala. Procure saber quais são suas necessidades, suas maiores dificuldades e com base nisso sugira soluções para esses problemas que envolvam o produto/serviço que você está apresentando.

7. Defina o próximo passo:

É importante que ao final da reunião você defina os próximos passos. Isso é indispensável para que o negócio flua, não fique estagnado e continue caminhando para o fechamento.

8. Escolha muito bem o local:

A última e mais importante dica para uma reunião bem-sucedida é o local. Escolha muita bem o ambiente em que o encontro será realizado. Opte por um espaço bem localizado, de fácil acesso e com um aspecto que agrade aos olhos do seu cliente. O Círculo Coworking dispõe de três modelos de sala de reunião. A Coach, para duas pessoas, a atitude, para quatro e a ação, para até 12 pessoas. Os ambientes do Círculo se adaptam perfeitamente à sua necessidade e tem toda a estrutura para encantar de vez seus clientes.

Benchmarking: Aprenda a utilizar

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Você já ouviu falar em benchmarking? Confesso que ouço esse termo e já imagino logo alguém dando aquela espiadinha no gramado do vizinho, que, como dizem, sempre parece mais verde ou até mesmo desmontando todo um produto para entender seu mecanismo de funcionamento. Muita gente até hoje não sabe o que é o benchmarking e nem como se dá a sua aplicação, mas essa técnica pode trazer inovação e até mesmo impulsionar seu negócio a crescer cada vez mais.

Mas afinal, o que é benchmarking?

Benchmarking é um termo derivado do inglês que pode ser traduzido como “avaliação comparativa”. A estratégia nada mais é que uma análise e aplicação de boas práticas do mercado na operação de um determinado negócio, indústria ou empresa. O benchmarking nada tem a ver com cópias, plágios ou espionagem industrial.

A ideia por trás do benchmarking é identificar algum processo que você gostaria de aprimorar ou aprender, que já é executado por outras empresas, para que você leve para o seu negócio e aplique da melhor forma. Não se trata apenas de reproduzir aquilo que os outros já fazem, mas aprender com quem faz e descobrir maneiras de adaptar esse conhecimento adquirido à sua realidade.

Há mais de 200 anos o químico francês Lavoisier soltava a tão icônica frase: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Hoje, dois séculos depois, percebemos que o mercado evoluiu se espelhando nessa estrutura de cooperação e adquiriu essa forma cada vez mais orgânica em que tudo tem sido aproveitado, reciclado, transformado, refinado. São inúmeros os cases de sucesso de gente que olhou no concorrente inspiração para abrir seu próprio negócio, no seu próprio nicho, com os seus diferenciais e uma pitada de inovação dentro de seguimentos que todo mundo já conhece. Um exemplo disso é a empresa Uber, que revolucionou o setor de transporte com a ideia de unir tecnologia às tradicionais corridas de táxi.

Como aplicar?

Antes de tudo você precisa ter clareza dos seus objetivos. O que você deseja melhorar e que patamar deseja atingir? Depois de fazer isso você deve buscar a empresa ou produto que será a inspiração. Faça uma visita técnica, pergunte, observe, converse com os clientes e absorva o máximo que puder. Aprenda com os erros e acertos do seu concorrente. Lembre sempre que não se trata de copiar, mas se inspirar e trazer soluções remodeladas para o seu negócio.

O benchmarking envolve olhar para fora para examinar como os outros atingem seus níveis de desempenho e para entender os processos que eles usam. Ele permite entender os processos por trás do excelente desempenho. Quando as lições aprendidas em um exercício de benchmarking são aplicadas adequadamente, elas facilitam o desempenho aprimorado em funções críticas dentro de uma organização ou em áreas-chave do negócio. O benchmarking não deve ser considerado um exercício único. Para ser eficaz, deve tornar-se parte integrante de um processo de melhoria contínua, com o objetivo de melhorar as melhores práticas.

Curtiu as dicas? Está esperando o que para começar a usar essa estratégia de maneira eficaz no seu negócio?

Por: David Prado

Canvas: O que é e como elaborar?

Pensa em dar início ao seu próprio negócio? Já ouviu falar sobre Canvas? Nesse post você vai entender tudo sobre essa ferramenta que não é muito nova, mas que se tornou a queridinha dos empreendedores. hand-3190204

 

Mas afinal, o que é Canvas?

Canvas é um método criado em 2000 pelo suíço Alex Osterwalder em sua tese de Doutorado e introduzida no mercado através do livro Business Model Generation (A Geração dos Modelos de Negócios). A ferramenta permite organizar visualmente nove elementos que todas as empresas possuem. São eles: Proposta de valor, parcerias chaves, atividades chaves, recursos chaves, relacionamento com clientes, segmentos de clientes, canais de distribuição, estrutura de custo e fluxo de receitas.

Como Preencher?

É recomendado que você divida o canvas em quatro partes. O quê? (Proposta de Valor), Quem?  (Segmento de clientes, relacionamento com o cliente e canais), Como? (Parceiros principais, atividades principais e recursos principais) E quanto? (Estrutura de custo e fontes de receita).

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O quê?

O início do Canvas se dá na proposta de valor. Não vale simplesmente descrever o tipo de coisa que você vende, o legal é achar um valor para o seu produto. Quais são os diferenciais, o que ele tem de inovador e o que pode acrescentar ao seu cliente

Vamos usar o exemplo de uma padaria. Se você disser que a proposta de valor é apenas vender pão, não estará dizendo nada novo. O ideal seria destacar que a proposta é entregar o melhor produto para a alimentação dos seus clientes, proporcionar comodidade e momentos em família mais felizes. Dessa forma, você agregará valor ao seu negócio e isso fará com que seu cliente opte por você e não por seu concorrente.

 

Quem?

Após feita a proposta de valor é a hora de preencher a parte do Quem. Quem vai se interessar pela sua proposta de valor? No Segmento de clientes você vai definir quem ele é e o que ele precisa valorizar para comprar o seu produto e não o do seu concorrente.

Em Relacionamento com o cliente você deve definir como irá se comunicar com ele. Através das redes sociais, do seu site, de newsletters, SAC, etc.

Ao preencher os canais você deve levar em conta através de que meio você levará seu produto até o seu cliente. Através de uma loja online, através do telefone, das redes sociais ou em um local específico.

 

Como?

Chegou o momento de definir suas Atividades principais. O que você estará sempre fazendo. No caso da padaria, você poderia destacar o desenvolvimento de novos produtos, fabricação e venda de alimentos. Se o seu produto é vendido através de redes socias, poderia definir a pesquisa e criação de conteúdo digital como uma de suas atividades principais.

Na lacuna recursos principais você deve colocar tudo o que irá precisar para que seu produto seja desenvolvido. Profissionais, serviços, tudo o que será necessário para que seu negócio funcione. No caso da padaria podemos citar, os padeiros, atendentes de balcão, entregadores, etc.

No campo parcerias principais é preciso informar as ajudas externas ao seu negócio, ou seja, fornecedores, prestadoras de serviço, sites parceiros, etc. Ainda no exemplo da padaria, você poderia ter uma parceria com um aplicativo de delivery, por exemplo.

 

Quanto?

Agora é a hora de colocar na ponta do lápis tudo relacionado aos custos e ganhos da sua empresa. Em Estrutura de Custos você deve citar os salários dos funcionários, aluguel do espaço, contas de água, luz e telefone e gasto com os fornecedores.

Nas Fontes de receita você precisa relacionar de onde virá o lucro da sua empresa e como o cliente irá te pagar. Venda na loja virtual, venda pelo telefone, através do pagamento em boleto, pelo cartão de crédito e débito.

Viu como é simples? Faça agora o canvas da sua empresa. Recomendamos que as anotações sejam feitas em post-its porque não podem ser muito grandes e também tendem a mudar durante o tempo. O ideal é sempre atualizar seu canvas.

O Sebrae tem uma cartilha que explica de forma mais completa todos os passos de criação do modelo de negócios baseado no Canvas. Na dúvida, dá uma olha lá!

Gostou dessa dica? Já conhecia? Conta pra gente!

 

Por: David Prado