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Conhecimento, comunicação e cooperação

Seguindo a onda da sociedade individualista que se instaura no mundo globalizado, o prefixo “co” tem sido esquecido. Ele advém do latim e significa “em companhia, junto de”. No COmeço, as sociedades se organizavam e dividiam as tarefas para que o rendimento final fosse maior e melhor. Não é para defender o modelo fordista, popularizado durante a Revolução Industrial, no qual cada trabalhador exercia roboticamente uma parte do processo, mas, hoje em dia, as pessoas optam por se fechar em suas bolhas de COnhecimento. É cientificamente provado que o ser humano é incapaz de sobreviver sozinho, somos muito mais fracos do que outras espécies humanas e, ainda assim, talvez por vaidade ou orgulho, as pessoas têm dificuldade em pedir ajuda. A soberba e a ganância imperam especialmente no mundo dos negócios.

O filósofo Mario Sergio Cortella vê “A COoperação como valor negocial, ou seja, a importância que agregar forças de modo nítido e isonômico incrementa as competências e recursos e eleva o lugar de cada um em meio a todos”. Assim, ele afirma que o trabalho, quando é COletivizado é capaz de gerar bons resultados para o grupo e ainda incrementar o desenvolvimento pessoal de cada COlaborador.

Um dos maiores problemas de qualquer espaço ou empresa que priorize o individual sobre o coletivo é a falta de COmunicação. Cada cabeça pensante trabalhando sozinha tem uma capacidade limitada de desenvolver suas próprias ideias e progredir. Entretanto, quando há o COmprometimento e o somatório de forças, o resultado será muito mais COmpleto, criativo e gratificante.

O COworking vem na contramão do mundo individualizado, pois estimula a troca de experiências visando COmpor um ambiente que transpire boas energias e favoreça a produtividade e o sucesso dos negócios. É uma escolha COerente.

Temos todo esse “co” do trabalho coletivo dentro do nosso CírculO.

Venha nos fazer uma visita.

Por Juliana Carrano

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